Clientes
O cálculo de tributos tornou-se um dos temas mais sensíveis dentro do processo de implementação da Reforma Tributária. Embora o objetivo principal da reforma seja simplificar o sistema, na prática ela gera uma mudança estrutural na forma como as empresas determinam seus impostos, calculam seus créditos e administram suas operações fiscais em um ambiente cada vez mais digitalizado.
Nos próximos anos, as organizações deverão conviver com dois regimes: o sistema atual baseado em impostos como ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI e o novo modelo que introduz o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Essa convivência exigirá um controle muito mais rigoroso sobre as regras de cálculo, os registros e a gestão de créditos fiscais.
O novo modelo transforma a estrutura sobre a qual os tributos são determinados. Enquanto o sistema atual aplica impostos em cascata ou com múltiplas isenções e regimes especiais, o nova busca consolidar uma base de cálculo única, focada no valor agregado e no princípio do destino (o imposto é pago onde ocorre o consumo).
Na prática, isso significa que o crédito fiscal será calculado de forma mais direta e transparente.
Por exemplo, uma empresa que hoje vende um produto por R$100 e aplica uma alíquota de ICMS de 18% gera um débito de R$18. Se o fornecedor já havia pagado R$10 na etapa anterior, o crédito é descontado e o valor líquido a pagar é R$8.
No novo regime fiscal de IBS/CBS, o mesmo cálculo será baseado no valor agregado de cada etapa, sem diferenças entre Estados nem acúmulo de créditos. O processo parece mais simples, mas exigirá rastreabilidade perfeita de operações e documentos.
Um dos maiores impactos está em como se determina a base de cálculo. No modelo atual, conceitos como frete, descontos ou incentivos fiscais podem ser incluídos ou excluídos dependendo do tributo ou do estado. A CBS e o IBS buscam homogeneizar essa base, o que obriga as empresas a revisar a forma como calculam e registram os valores sujeitos à tributação.
Pensemos em uma operação interestadual de R$ 200 mil. Hoje, a alíquota e o valor do ICMS dependem tanto da origem quanto do destino, e podem ser afetados por benefícios regionais. Com o novo sistema, o IBS será aplicado diretamente sobre o valor total, utilizando a alíquota do destino e registrando créditos com base no valor agregado. Isso elimina a disparidade regional, mas implica reconfigurar as regras de cálculo nos sistemas ERP e nas automações fiscais.
O maior desafio técnico será a convivência de dois sistemas de cálculo entre 2026 e 2033. Durante esse período, as empresas precisarão calcular alguns tributos segundo a metodologia anterior e outros conforme o novo modelo.
Isso implica administrar múltiplas alíquotas e regras de cálculo , recalibrar os sistemas para registrar créditos e débitos de acordo com a norma vigente e ajustar a validação dos documentos fiscais eletrônicos (NF-e, NFS-e) para garantir coerência entre emissão, cálculo e declaração.
Em outras palavras, as equipes tributárias e de TI deverão trabalhar de forma coordenada para parametrizar corretamente os sistemas e evitar erros na apuração ou duplicação de créditos.
A reforma eleva o padrão técnico do compliance tributário. A automação deixa de ser uma opção para se tornar a única forma viável de manter exatidão, eficiência e rastreabilidade no cálculo de tributos.
Para ter um produto competitivo com precificação adequada é mandatório que as empresas tenham ferramentas que lhe auxiliem na simulação das operações em ambos regimes. Deste modo deverão ajustar dinamicamente as alíquotas de IBS e CBS, e controlar todo o ciclo de cálculo, declaração e conciliação contábil. Um erro mínimo na configuração ou na interpretação de uma regra pode resultar em diferenças significativas no pagamento ou na recuperação de créditos.
Por isso, a integração entre faturamento eletrônico, contabilidade, compliance e cálculo tributário torna-se crítica para garantir que cada transação reflita fielmente as exigências da nova estrutura fiscal.
Como a Sovos ajuda
Nesse novo contexto, a Sovos se posiciona como um aliado estratégico para garantir precisão e conformidade em cada etapa do cálculo tributário.
As soluções da Sovos permitem atualizar automaticamente as regras conforme a reforma evolui, simular cenários de transição entre o regime atual e o novo modelo IBS/CBS, e integrar a gestão de cálculos e documentos eletrônicos para assegurar coerência entre faturamento, declarações e controle de créditos fiscais.
Dessa forma, as empresas podem se antecipar às mudanças, reduzir riscos e garantir que cada operação esteja alinhada com o novo Sistema Tributário Brasileiro.
Precisa de ajuda com seus tributos? Fale conosco!
Cada vez mais se ouve falar em interoperabilidade na faturação eletrônica. Mas o que isso significa? Interoperabilidade é a capacidade que diferentes sistemas, plataformas e entidades (públicas ou privadas) têm de trocar, interpretar e processar informações fiscais de maneira uniforme, independentemente do formato, fornecedor ou país de origem.
Na prática, significa que uma nota fiscal eletrônica emitida por um sistema pode ser recebida, entendida e processada corretamente por outro sistema distinto, garantindo sua validade legal, integridade técnica e transparência fiscal.
Na América Latina, a faturação eletrônica deixou de ser uma tendência para se tornar um requisito essencial de conformidade tributária. Países como México, Brasil, Chile, Colômbia e Peru já possuem sistemas consolidados, enquanto outros ainda estão em processo de adoção.
No entanto, o verdadeiro desafio não é apenas emitir notas fiscais digitais, mas garantir que sistemas de diferentes empresas, setores e países possam “falar a mesma língua”. Esse é o propósito da interoperabilidade.
Atualmente, ela ainda não existe na região e, embora alguns países tenham dado passos em direção a esquemas de integração, persiste uma grande fragmentação normativa e técnica.
Esse conceito não é novo: em diferentes regiões já foram desenvolvidos modelos que permitem que emissores, receptores e governos troquem documentos com regras comuns.
A Europa é provavelmente um dos exemplos mais avançados, graças à rede PEPPOL (Pan-European Public Procurement On-Line), uma rede internacional de interoperabilidade que possibilita a empresas e administrações públicas trocar documentos eletrônicos padronizados, como faturas ou ordens de compra, por meio de pontos de acesso seguros. O PEPPOL não é uma plataforma centralizada única, mas sim um arcabouço comum de padrões técnicos e legais que garante que os documentos circulem de forma segura e sejam compreensíveis em diferentes países e sistemas.
Esse modelo foi tão bem-sucedido que ultrapassou fronteiras, expandindo-se para países como Singapura e Nova Zelândia.
Embora as regulamentações na América Latina estejam cada vez mais voltadas para a automação e a proteção de dados dentro da faturação eletrônica, o caminho rumo à interoperabilidade ainda não começou. E, apesar de já existirem algumas conversas em fóruns como a Comunidade Andina e o Mercosul, ainda estamos muito distantes de um padrão regional que permita que uma fatura emitida em um país seja processada sem fricções em outro.
Na região, a interoperabilidade poderia trazer benefícios concretos, como:
Olhando para frente, a interoperabilidade na América Latina, embora ainda distante, pode evoluir impulsionada por algumas tendências-chave. A expansão de redes e padrões comuns, como o PEPPOL e futuras iniciativas, pode ser progressivamente adaptada ao mercado regional, facilitando que empresas e governos compartilhem informações com regras unificadas.
Ao mesmo tempo, a automação inteligente, apoiada em inteligência artificial e machine learning, permitirá padronizar dados e detectar inconsistências em tempo real, reduzindo erros e retrabalhos.
A integração regional pode avançar mais rápido por meio de projetos-piloto entre países com marcos regulatórios semelhantes, enquanto a crescente complexidade das exigências fiscais – por exemplo, a incorporação de dados adicionais nas notas fiscais para melhorar rastreabilidade e controle – obrigará as empresas a modernizar seus sistemas para cumprir sem fricções.
Iniciativas como o ViDA (VAT in the Digital Age) mostram como a digitalização fiscal pode se tornar um motor de interoperabilidade, ajudando administrações tributárias a operar com dados mais precisos e uniformes. Essas tendências preparam o terreno para um ecossistema mais eficiente, seguro e conectado, em que a faturação eletrônica deixa de ser um requisito local para se tornar um padrão regional e global.
Na Sovos, trabalhamos com empresas que precisam operar sem fricções em ambientes normativos diversos. Nossas soluções para faturação eletrônica:
Assim, as empresas não apenas cumprem com as normas locais; também se posicionam para competir em um mercado cada vez mais conectado.
A interoperabilidade na faturação eletrônica melhora a eficiência operacional, permite que as autoridades avancem para modelos tributários inteligentes e é a chave para que a digitalização fiscal na América Latina evolua rumo a um modelo mais eficiente, integrado e competitivo.
Se governos e setor privado encararem o desafio de forma coordenada, estaremos mais bem preparados para operar sem fronteiras e aproveitar as oportunidades de um mercado global.
A adoção dos documentos fiscais eletrônicos no Brasil -como a NF-e, NFC-e, CT-e, entre outros- transformou profundamente a relação entre empresas e o Fisco. O que começou como uma solução para eliminar o papel se transformou em um ecossistema robusto de fiscalização em tempo real.
Apesar da ampla digitalização do processo de emissão, muitas organizações ainda tratam esses documentos apenas como uma obrigação operacional. Mas em um cenário de obrigações acessórias complexas e reforma tributária em andamento, os DFEs precisam ser vistos como instrumentos estratégicos de compliance.
Os DFEs surgiram para padronizar e modernizar a relação entre empresas e o Fisco promovendo agilidade, rastreabilidade e controle. Mas emitir corretamente uma NF-e (Nota Fiscal eletrônica), uma NFC-e (Nota Fiscal de Consumidor eletrônica) ou um CT-e (Conhecimento de Transporte eletrônico) é apenas o ponto de partida.
Em um ambiente onde mais de 90% das obrigações acessórias são digitais e os cruzamentos automatizados entre sistemas da Receita são cada vez mais sofisticados, a qualidade e a consistência dos dados fiscais se tornaram fundamentais.
Cada DFE precisa estar 100% alinhado com a escrituração contábil, com o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) e com os registros dos tributos, sob pena de multas, autuações ou glosas de crédito. O compliance, hoje, não é mais algo que acontece depois do fechamento do mês: ele é imediato, contínuo e automatizado.
O novo paradigma fiscal exige gestão ativa dos DFEs. Qualquer inconsistência entre o documento emitido, a escrituração e as informações enviadas aos entes fiscais podem gerar impactos imediatos, como:
Exemplo disso é o estado do Paraná, que bateu em junho de 2025 a marca de mais de 1 bilhão de notas fiscais emitidas apenas no primeiro semestre, sendo 306 milhões de NF-e, um crescimento de quase 16% em relação ao mesmo período de 2024. Esse volume de dados evidencia a necessidade de precisão e controle no processo fiscal.
Tratar os DFEs apenas como um requisito de emissão pode trazer riscos significativos:
Esses problemas, muitas vezes, derivam da falta de integração entre os sistemas fiscais, contábeis e de emissão de documentos.
Empresas que tratam os documentos fiscais apenas como simples arquivos XML correm sérios riscos. Já aquelas que adotam uma abordagem estratégica -integrando os DFEs aos processos contábeis, fiscais e de auditoria- conseguem antecipar desvios antes que eles resultem em autuações, automatizar alertas e indicadores de risco fiscal, adaptar-se com agilidade às diferentes regras estaduais e federais, e ainda reduzir retrabalho e custos decorrentes de correções e penalidades.
Essa transformação exige mais do que tecnologia: requer visibilidade, integração e inteligência fiscal.
Para que os documentos fiscais se tornem ferramentas de compliance efetivas, é fundamental adotar práticas como:
Com a implementação da Reforma Tributária, os documentos fiscais ganham ainda mais protagonismo. A substituição de tributos como ICMS, ISS, PIS e COFINS por novos modelos (IBS, CBS e IS, Imposto Seletivo) exigirá adaptação das empresas a layouts, regras de apuração e regimes de transição totalmente novos.
A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e) de padrão nacional, por exemplo, será obrigatória a partir de janeiro de 2026 para diversos setores, consolidando o caminho para o novo modelo tributário municipal
No contexto da transição regulatória, os DFEs serão essenciais para garantir a rastreabilidade, a integridade das informações e o cumprimento das novas obrigações.
Na Sovos, entendemos que o compliance começa nos dados. Por isso, nossas soluções fiscais vão além da emissão dos documentos. Oferecemos uma abordagem completa que envolve:
Nosso objetivo é transformar os documentos fiscais em ativos de valor, que promovem segurança jurídica, eficiência e conformidade em toda a operação.
Em um Brasil cada vez mais digital, fiscalizado por algoritmos e em plena reestruturação tributária, os documentos fiscais eletrônicos deixaram de ser um item burocrático. Eles são o elo entre o que a empresa faz e o que o Fisco vê.
Tratá-los com inteligência, integrá-los aos sistemas críticos da empresa e contar com parceiros especializados como a Sovos é o caminho para transformar o compliance tributário em um diferencial competitivo duradouro.
Após décadas de debate, a maior reforma fiscal do Brasil entra em vigor, exigindo preparo imediato das empresas. Entenda os impactos, o cronograma e como garantir a conformidade em meio a oito anos de transição.
Após décadas de discussão, a Reforma Tributária foi finalmente aprovada no Brasil em janeiro de 2025. Trata-se da mudança mais ambiciosa já feita no sistema fiscal do país, com impactos profundos e duradouros para empresas de todos os portes e setores.
O objetivo é claro: simplificar um dos sistemas tributários mais complexos do mundo. Mas o caminho até lá será longo e desafiador. A transição ocorrerá ao longo de oito anos, com períodos de sobreposição entre o modelo atual e o novo regime. Isso exige que as empresas se preparem com antecedência e adotem uma abordagem estratégica, apoiada em tecnologia e conhecimento local.
A proposta da reforma é substituir cinco tributos principais por dois novos impostos baseados em valor agregado (IVA):
Esses dois tributos substituirão PIS, COFINS, IPI, ICMS e ISS, reduzindo a fragmentação e promovendo mais transparência e padronização nas regras fiscais.
Além disso, será criado um Imposto Seletivo para produtos e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente -o chamado “imposto do pecado”.
A transição será feita em fases:
Durante parte considerável desse período, as empresas precisarão lidar com dois sistemas tributários ao mesmo tempo, duplicando o esforço operacional, jurídico e tecnológico.
Apesar da promessa de um sistema mais simples, a transição será turbulenta. Os especialistas da Sovos alertam que os anos entre 2026 e 2030 serão especialmente desafiadores, exigindo investimentos em tecnologia, revisão de processos e adaptação constante a normas em evolução.
A Reforma Tributária é uma mudança estrutural. Para enfrentá-la, as empresas devem:
Como mostramos em nosso whitepaper “Reforma Tributária Brasileira: Preparando-se para a Reforma Tributária e oito anos de mudanças drásticas”, que compartilha casos de uso e a visão de especialistas da Sovos sobre o que a reforma realmente significa para as empresas, apenas tecnologia robusta e conhecimento local permitirão superar essa transformação com segurança. Colocar mais pessoas para fazer cálculos manuais não é viável nem sustentável.
Quer entender em detalhes como sua empresa pode se preparar para a Reforma Tributária 2025?
Baixe o whitepaper da Sovos e tenha acesso a uma análise sobre os novos impostos, o cronograma de implementação, os impactos sobre sistemas e equipes e os passos essenciais para reduzir riscos operacionais e fiscais neste momento de transformação.
Você precisa de ajuda para lidar com a reforma? Estamos prontos para ajudá-lo!
A aprovação da Reforma Tributária marca não apenas uma mudança no sistema de impostos, mas também um marco de transformação nos processos internos das empresas brasileiras. Muito além de questões fiscais, a adaptação às novas exigências abre caminho para uma verdadeira revolução digital no backoffice das organizações.
A cada nova exigência fiscal, as empresas brasileiras são desafiadas a rever seus processos, atualizar sistemas e repensar sua forma de operar. Com a Reforma Tributária avançando em sua implementação, esse movimento ganha nova intensidade. Mais do que uma mudança legal, a Reforma está funcionando como um verdadeiro catalisador da transformação digital nas organizações.
A complexidade do sistema tributário brasileiro sempre foi um dos grandes motores da adoção de tecnologia. Mas com a Reforma Tributária, essa pressão se torna ainda mais intensa e urgente. A necessidade de adaptação aos novos modelos de apuração, a operação em um ambiente de compliance contínuo e a convivência com regras em constante evolução exigem que as empresas deixem de lado processos manuais ou ineficientes e passem a operar com mais agilidade, integração e inteligência fiscal.
Hoje, em meados de 2025, empresas de todos os portes se veem diante de uma escolha estratégica: ou aceleram sua transformação digital para acompanhar as exigências de conformidade e competitividade, ou correm o risco de ficarem para trás em um mercado cada vez mais dinâmico.
A Reforma Tributária demanda das empresas brasileiras muito mais do que apenas ajustes pontuais. Ela exige a adaptação a novos tributos, além da mudança na forma de apuração, escrituração e emissão de documentos fiscais. Outro ponto essencial é a necessidade de integração com sistemas de entes federativos e plataformas unificadas, tornando o compliance em tempo real uma realidade que precisa ser incorporada de forma estratégica.
Neste cenário, processos manuais e descentralizados passam a ser inviáveis. As empresas precisam acelerar sua transformação digital, não apenas para atender às exigências legais, mas para garantir agilidade, segurança e visibilidade sobre suas operações.
Esse movimento impulsiona a colaboração entre as áreas de TI, tax e financeira como nunca, promovendo a integração entre equipes que antes atuavam de forma isolada.
A digitalização tributária deixou de ser uma opção e se tornou um imperativo estratégico para empresas que desejam prosperar em meio às mudanças. Ferramentas de automação fiscal, integração de sistemas e soluções de compliance em tempo real passam a ser prioridade para as organizações. Esse investimento possibilita a redução de riscos, maior governança sobre os processos fiscais e decisões mais assertivas, com base em dados confiáveis e integrados, fortalecendo a competitividade em um ambiente regulatório desafiador.
Embora o compliance seja o ponto de partida, os benefícios da transformação digital impulsionada pela Reforma Tributária vão muito além. Entre eles, destacam-se os seguintes:
As empresas ganham em eficiência operacional, conquistam maior visibilidade e controle sobre a gestão tributária e se preparam de forma mais resiliente para mudanças regulatórias futuras. Essa modernização contribui para a redução de custos, o aumento da produtividade e a criação de uma base sólida para decisões mais estratégicas e orientadas a dados.
Apesar das oportunidades, a transformação digital no contexto da Reforma Tributária não acontece sem desafios. Muitos negócios ainda lidam com sistemas legados e infraestrutura desatualizada, o que dificulta a migração para soluções mais modernas e integradas. Além disso, a falta de integração entre dados e áreas impede que informações cruciais circulem de forma ágil, comprometendo a tomada de decisão em tempo real.
Outro ponto crítico é a escassez de profissionais que combinem conhecimento técnico com domínio da legislação tributária, criando uma lacuna que exige o apoio de parceiros especializados ou o fortalecimento das equipes internas. A complexidade regulatória e a insegurança jurídica também permanecem como desafios relevantes, uma vez que regras em constante evolução geram incerteza e aumentam o risco operacional. Somado a isso, a pressão por resultados imediatos pode levar a decisões apressadas, como a adoção de soluções pouco escaláveis, que comprometem a eficiência no médio e longo prazo.
A Reforma Tributária não apenas exige mudanças, mas acelera um movimento que já estava em curso: o da digitalização fiscal como pilar de transformação empresarial. Empresas que aproveitam este momento para modernizar seus processos estão construindo bases sólidas para uma operação mais resiliente, escalável e orientada a dados.
Na Sovos, ajudamos empresas a transformar obrigações fiscais complexas em vantagem competitiva, com soluções que unem conformidade contínua, integração de sistemas e inteligência tributária. A Reforma Tributária é um desafio, mas com o parceiro certo, também pode se tornar uma grande oportunidade de inovação.
Sua empresa já iniciou este processo?
Descubra como soluções tecnológicas especializadas podem acelerar sua jornada digital e garantir conformidade desde já.
Fale com nossos especialistas e prepare sua empresa para o novo cenário tributário.
Mudanças importantes nos regulamentos de recibos eletrônicos da Costa Rica foram introduzidas pela autoridade fiscal por meio do novo mandato 44739-H.
Este novo regulamento, publicado em 8 de novembro, visa modernizar os processos e garantir a precisão nas transações eletrônicas em todo o país, introduzindo mudanças significativas no gerenciamento de recibos eletrônicos para fins fiscais.
A Resolução MH-DGT-RES-0027-2024 descreve as provisões técnicas para recibos eletrônicos e detalha as datas de implementação da versão 4.4 e seus anexos.
O novo regulamento de recibos eletrônicos introduz mudanças significativas na emissão, validação e gerenciamento desses documentos, com foco na modernização e inclusão digital.
É essencial que os contribuintes se preparem para a adoção da versão 4.4 e cumpram as novas disposições técnicas dentro dos prazos estabelecidos para garantir a conformidade com as regulamentações tributárias vigentes.
Aqui estão mais informações sobre os regulamentos da Costa Rica. E para obter informações sobre as regulamentações de outros países da América Latina, confira nossa página de regras tributárias.
Segundo executivo da Sovos, os foliões devem preparar o bolso para aproveitar a data que deve sair mais cara neste ano devido à alta do IPCA e o peso da carga tributária incidente sobre os principais produtos e serviços consumidos no período
Passadas as festas de final de ano, o momento é de foco total no Carnaval, que já se aproxima. A data movimenta uma grande cadeia de produtos e serviços, e a expectativa de lucro é grande – somente no estado do Rio de Janeiro, a perspectiva é de que o impacto econômico ultrapasse 4 bilhões de reais, segundo levantamento da Riotur, empresa pública responsável por organizar a folia carioca.
Apesar da projeção otimista, o cenário econômico do país segue desafiador – segundo o relatório Focus divulgado pelo Banco Central no dia 16 de janeiro, a previsão do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2023 subiu de 5,36% para 5,39%, sofrendo a quinta alta consecutiva. O relatório aponta ainda para uma elevação na taxa de juros (Selic) de 12,25% para 12,50% neste ano, a segunda alta seguida.
Soma-se a isso a alta carga tributária incidente sobre os principais produtos e serviços consumidos no período, a conta da folia promete sair cara.
“O princípio da seletividade tributária prevê uma diferenciação na cobrança de tributos entre itens considerados essenciais, como alguns itens de vestuário e produtos alimentícios da cesta básica, e itens considerados supérfluos. Grande parte dos produtos consumidos no Carnaval são considerados supérfluos e, por isso, têm uma carga tributária mais elevada”, explica Giuliano Gioia, advogado tributarista e Tax Director da Sovos Brasil, multinacional especializada em soluções digitais para o compliance fiscal.
Segundo dados do Impostômetro, quem optar por aproveitar a data à caráter sentirá a mordida do leão. Fantasias em tecido têm tributação de 36,41%; máscara com lantejoulas, 42,71%; colar havaiano, 45,96%; e arranjo de cabelo, 26,32%. Itens como confete e serpentina contam com 43,83% de tributos, e o spray de espuma, 45,94%.
Para quem preferir fugir da folia, o pacote “hotel, ingresso e van” para assistir aos desfiles de Carnaval tem tributação de 36,28%, hospedagem em hotel, 29,56%, e passagens aéreas, 22,32%.
“Os tributos que mais oneram os produtos e serviços de Carnaval são o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) e o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Por isso, a dica para curtir a data sem estourar o orçamento é se planejar, pesquisar bastante e usar a criatividade para economizar nos festejos e nas fantasias”, sugere Giuliano.
Fonte: Difundir, JorNow, Contábeis, Monitor Mercantil, Conase, Dinelly Contabilidade, Economia em Pauta, Contabilidade Múltipla, Poder no Quadrado.
É um bom ano para ser um líder de TI. Depois de muitos anos em que a frase “fazer mais com menos” era o mantra da maioria das organizações quando se tratava de gastos tecnológicos, as coisas finalmente estão olhando para cima.
De acordo com , a empresa de pesquisa Gartner, os gastos com TI chegarão a um valor estimado de US$4,5 trilhões em 2022. Isso representa um aumento de 5,1% sobre 2021 e é um impulso muito necessário para as empresas que precisam de atualizações tecnológicas que podem ter sido colocadas em segundo plano devido à pandemia da COVID-19.
Os departamentos de TI também estão ansiosos para mudar o foco de apenas manter as coisas a funcionar para projetos de mais longo prazo que apoiarão estrategicamente e com sucesso o futuro do trabalho. Essa afirmação é apoiada por números fornecidos pela empresa Flexera de soluções de gestão de TI em seu Relatório do Estado de Gastos Técnicos .
Quando perguntados sobre onde os orçamentos estavam sendo alocados para este ano, 54% dos pesquisados esperavam um aumento do investimento e dos recursos a serem aplicados em tecnologia que torne mais fácil e mais fácil para os funcionários trabalharem de casa. Outros 42% dos pesquisados afirmaram uma nova disposição de se mudar para a nuvem para apoiar as realidades de um mundo pós-pandêmico. Os participantes dessa pesquisa eram todos executivos e gerentes de alto nível em TI com conhecimento significativo dos orçamentos globais de TI de suas organizações, o que pesou sobre o que esperar no ano vindouro.
Essas constatações mostram o nível de importância que as empresas estão colocando em ambientes de trabalho híbridos e flexíveis. A probabilidade de que trabalhar a partir de casa, pelo menos em alguma capacidade, esteja aqui para ficar tem departamentos de TI repensando suas estratégias para estarem preparados para enfrentar quaisquer desafios que possam surgir.
As estratégias que estão sendo delineadas pelos departamentos de informática são sólidas e estão em sintonia com o mundo em que hoje existimos. No entanto, há outra força pós-pandêmica em ação com potencial para descarrilar os melhores planos estabelecidos e devorar uma grande quantidade de orçamento e recursos. Faturação eletrônica mandatada pelo Governo.
Se o senhor trabalha como líder de TI em uma empresa multinacional, provavelmente se enquadra em uma das duas categorias a seguir. Primeiro, o senhor foi levado a lidar com as novas realidades de supervisão e execução em tempo real por parte das autoridades reguladoras. Ou dois, o senhor está prestes a ser trazido para a briga com seu próprio mandato interno, para resolver definitivamente esse problema.
Por que sou tão definitivo nesta declaração? Porque trabalho com algumas das maiores marcas do planeta e estou testemunhando em primeira mão os impactos que esses mandatos estão tendo em sua organização de TI.
Quando se trata de projetos de informática, a maioria não é reacionária, mas o resultado de um planejamento cuidadoso e metódico durante um longo período de tempo. No entanto, o governo está mudando as regras aqui. Não há mais projetos e atualizações na sua linha do tempo. Quando implementam novas leis e mandatos, ou o senhor se move rapidamente para tratar do assunto e corrigi-lo, ou paga as conseqüências que podem variar desde multas pesadas até mesmo a perda de sua licença para operar.
Como as leis de faturamento eletrônico mandatadas pelo governo se multiplicam rapidamente no mundo inteiro, elas representam uma ameaça credível para os orçamentos de TI de Vossa Excelência. Os departamentos de informática devem estar preparados para as novas realidades que acompanham a faturação eletrônica mandatada pelo governo. Com as autoridades agora na pilha de dados de seus negócios examinando as transações em tempo real, à medida que elas atravessam sua rede, o senhor precisará de uma solução que lhe permita fornecer as informações no formato exigido em tempo real.
Resumindo, o cumprimento não é mais uma questão tributária. Os líderes de TI e outros líderes seniores devem trabalhar juntos para alinhar as funções empresariais em toda a diretoria. A informática precisa assegurar que os recursos e as ferramentas estejam disponíveis para atender às obrigações mandatadas pelo governo, não importando a indústria ou a localização da companhia.
O fracasso em resolver o problema cedo só levará a problemas mais complexos e caros no caminho que absorverá orçamentos e recursos críticos destinados a outros projetos prioritários.
Se o senhor não tiver certeza de por onde começar a construir sua estratégia, procure nossos especialistas.