Lei de automação eletrônica no Chile

Requisitos de automação eletrônica e outros documentos fiscais eletrônicos no Chile

Sem dúvida, o Chile é pioneiro na implementação da lei e automação eletrônica na América Latina. Desde 2003, quando foi anunciado o início do processo de massificação desse novo sistema de faturamento, até o momento, ele se tornou um ponto de referência para todos os países da região e do mundo que decidiram substituir a fatura tradicional. em papel para a fatura digital, com o objetivo de transformar esse processo em uma ferramenta de controle fiscal e desenvolvimento de negócios. Graças à expansão sistemática do modelo de faturamento eletrônico, ele atinge praticamente todos os contribuintes do país.

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Tipos de documentos eletrônicos no Chile

O sistema de automação eletrônica no Chile não se limita apenas às faturas B2B. A lei também inclui outros documentos associados ao processo de compra e venda de bens e serviços, que juntos são chamados de documentos fiscais eletrônicos. Estes são:

Automação Eletrônica Chile, goberno
  • Fatura de venda: necessárias em transações B2B e geradores de crédito tributário.
  • Fatura de compra: para compras B2B em que o comprador assume a obrigação de emitir a fatura.
  • Guia de despacho: documento obrigatório que autoriza o transporte de mercadorias vendidas.
  • Recibo de venda e serviços: Obrigatório nos casos de vendas B2C. Eles não geram crédito fiscal.
  • Liquidação de fatura: Emitido pelo agente da comissão ao mandante para faturar sua comissão e registrar o pagamento ao mandante
  • Nota de débito e crédito: elas se aplicam em todos os casos acima, exceto nos guias de despacho.

Componentes essenciais na emissão de fatura e documentos eletrônicos

A geração dos documentos eletrônicos mencionados acima requer a adoção de um rigoroso esquema de layout estabelecido pelo Servicio de Impuestos Internos (SII) em documentos técnicos. Em geral, sua estrutura é composta pelos seguintes elementos:

  1. Cabeçalho: Usado para identificar o emissor, o destinatário e o valor total, entre outros dados.
  2. Detalhes por item: os dados são incluídos para cada item vendido, como peso, valor, quantidade.
  3. Subtotais informativos: campos opcionais para informar subtotais.
  4. Descontos e sobretaxas: identificar o total de descontos ou sobretaxas.
  5. Informação de referência: identifica os documentos associados ao emitido.
  6. Comissões e outras cobranças: Campo obrigatório para liquidação de faturas.
  7. Timbre eletrônico do SII: consiste em uma assinatura eletrônica nos campos definidos como representativos do documento e incluindo o Código de Autorização de Fólios fornecido pelo SII.
  8. Data e hora da assinatura eletrônica
  9. Assinatura eletrônica: é a assinatura digital do conteúdo de todo o documento tributário eletrônico. É calculado com a chave privada de um certificado digital emitido por uma empresa certificadora de identidade credenciada pelo SII.
Automação Eletrônica Chile
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Existem dois elementos essenciais integrados nos componentes acima mencionados, que devem ser destacados:

  • CAF: As empresas devem usar um único fólio numerado consecutivamente e autorizado pelo SII. Isso é conhecido como “código de autorização de fólios” e deve estar presente em cada um dos documentos fiscais eletrônicos emitidos pelos contribuintes, incluindo notas de débito e crédito.
  • Código QR: Um código de barras bidimensional deve ser incluído na representação impressa dos documentos fiscais eletrônicos, que contém todas as informações relacionadas ao CAF, assinatura digital, data, hora e número da fatura, entre outros dados.

Processes

Validação

a legislação atual exige que as empresas enviem ao SII todos os documentos fiscais eletrônicos em tempo real, logo do qual informarão a contribuinte da sua aceitação. Em alguns casos, a autorização do SII deve preceder a envio do documento ao cliente. Esse é o caso das guias de despacho não acompanhadas de faturas eletrônicas.

Processo sincrônico

todas as faturas locais ou de exportação, ou notas de débito ou crédito, devem ser reportadas e validadas pela administração tributária.

Contingência

obrigatório para todos os documentos fiscais eletrônicos enviados ao SII para validação. No entanto, o SII aceita que esses documentos continuem sendo emitidos em situações em que essa indicação não é possível. Em tais casos. Foi estabelecido um sistema de contingência que permitirá o envio e validação destes pelo SII.

Notificação de recebimento

Em princípio, os destinatários das faturas eletrônicas devem gerar uma notificação de recebimento das faturas que recebem. No entanto, essa aprovação pode ser tácita: A legislação atual estabeleceu que, no caso de não o fazer, e após o prazo de oito dias a contar da recepção do mesmo, a fatura será considerada formalmente aceita.

Retenção de arquivos

todos os documentos devem ser arquivados por seis anos devido às disposições do Código Tributário Chileno.

Operações de factoring

Uma das mudanças mais importantes introduzidas pela Lei de Pagamento aos 30 Dias foi o incentivo à factoring de faturas eletrônicas emitidas pelos contribuintes no sistema de faturamento da Servicio de Impuestos Internos. A fatura eletrônica se torna, assim, um instrumento negociável para os fornecedores, que podem vendê-las no mercado, como se fosse outra garantia. Isso resultou no fato de as faturas terem que monitorar cuidadosamente as alterações que ocorreram na propriedade das faturas que receberam.

Evolução da lei de automação eletrônica no Chile

Enquadramento jurídico

Em 24 de abril de 2003, o Servicio de Impuestos Internos (SII) introduziu o sistema de faturamento eletrônico. Em dezembro de 2002, o plano piloto foi apresentado, com base nas disposições do Código Tributário, na Lei Orgânica do SII e na Lei do IVA.

Lei 19.983/2004

Introduz modificações na legislação tributária existente, para facilitar a expansão do sistema de emissão de documentos fiscais eletrônicos no Chile.

Decreto 1.001/2006

Para incentivar a integração voluntária no sistema de faturamento eletrônico, o SII adia para o dia 20 do mês seguinte o prazo para declarar e pagar o IVA para quem fatura eletronicamente.

Lei de pagamento aos 30 dias

A Lei 2.1131/2019 incorporou os guias de despacho como documentos fiscais eletrônicos, tornando obrigatória a emissão destes, seguindo o formato estabelecido por lei.

Lei 21.210/2020

A Lei de Modernização Tributária estabelece, entre outras coisas, a obrigação dos contribuintes de emitir recibos de venda em formato exclusivamente eletrônico.

Clientes

Lei de automação eletrônica no Peru

Sistema de Emissão de automação eletrônica (SEE), PSE e OSE no Peru

No Peru, o uso da automação eletrônica começou em 2010, quando a Superintendência Nacional de Administración Tributaria (SUNAT), emitiu a Resolução no lei nº 188-2010/SUNAT, que estabeleceu o Sistema de Emissão de Nota Fiscal Eletrônica (SEE). Naquela época, o referido sistema foi estabelecido como uma plataforma opcional para os contribuintes emitirem faturas em formato digital com a mesma validade que as faturas em papel. Esse sistema foi posteriormente atualizado em 2012 pela Resolução 097-2012/SUNAT, que estabeleceu o Sistema de Emissão de automação eletrônica de Sistemas de Contribuintes. Além disso, o governo peruano emitiu o decreto legislativo 1314 de 2017 e as resoluções 117/2017 e 155-2017, que basicamente redefinem a estrutura regulatória e expandem o sistema de faturamento eletrônico do Peru.

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Tipos de comprovantes de pagamento eletrônico

Entre os documentos fiscais eletrônicos regulamentados pela SUNAT estão os Comprovantes de Pagamento Eletrônico ou CPE. O fluxo desses documentos entre a SUNAT, os fornecedores e compradores de bens e serviços, são controlados por meio dos vários Sistemas de Emissão Eletrônica de Comprovantes de Pagamento. De acordo com a legislação tributária peruana, esses comprovantes são os seguintes:

  1. Fatura eletrônica: necessárias em transações B2B e geradores de crédito tributário. A validade deste documento está condicionada ao estrito cumprimento das regras de estrutura, emissão e validação delas.
  2. Recibo de venda eletrônica: é o recibo emitido aos consumidores finais. Eles não geram crédito fiscal e sua estrutura é menos complexa que as faturas eletrônicas.
  3. Nota de débito e crédito eletrônica: São emitidas pelo vendedor para recuperar despesas ou validar cancelamentos, descontos ou outras modificações em faturas e notas fiscais eletrônicas emitidas anteriormente.
  4. Recibo eletrônico de serviços Públicos (Recibo Eletrônico SP): é um tipo de comprovante especial, emitido por serviços de telecomunicações, água, eletricidade e gás natural, tanto em transações B2B, com direito a crédito tributário, quanto a consumidores finais.
  5. Recibo de taxa eletrônica: esse tipo de comprovante é emitido por pessoas naturais que prestam serviços de forma independente.
  6. Comprovante de imposto eletrônico : Este documento é obrigatório para os contribuintes designados como agentes de retenção que realizam transações sujeitas ao regime de retenção do Imposto Geral sobre Vendas (IGV).
  7. Comprovante de emissão eletrônica: é um comprovante de pagamento emitido pelo agente de cobrança quando ele realiza a coleta total ou parcial do IGV a seu cliente ou importador, seja para compra de combustível ou para vendas internas incluídas no Régime de Emissão do IGV.
  8. Liquidação eletrônica de compras: Este comprovante é emitido por contribuintes que fazem compras de produtores naturais e/ou armazenadores de produtos primários derivados de atividade agrícola, pesca artesanal e extração de madeira, entre outros, contanto que esses vendedores não tenham seu número de Cadastro Único de Contribuintes (RUC).  
  9. Guias de remessa eletrônica: é o documento relacionado aos comprovantes de pagamento, emitidos pelo usuário remetente ou transportador, em formato digital para apoiar o transporte ou transferência de mercadorias.
  10. Guia de remessa eletrônica – mercadorias fiscalizadas: é o documento relacionado aos comprovantes de pagamento, emitidos pelo usuário Remetente ou Transportador, em formato digital para apoiar o transporte ou transferência de mercadorias controladas, de acordo com o Decreto Supremo 268-2019 (produtos químicos e outros)
  11. Apólice de concessão eletrônica: Este tipo de comprovante é emitido por leiloeiros e executores de vendas em leilão público em nome de terceiros ou como consequência de procedimentos judiciais de execução forçada de vendas.
  12. Documento eletrônico autorizado (DAE): é o comprovante de pagamento que também dá direito a um crédito tributário, emitido por empresas que, devido à particularidade de suas operações, são regulamentadas por alguma entidade estatal.
  13. Comprovante de empresas supervisionadas SBS: é o comprovante de pagamento emitido pelas empresas do sistema financeiro, de seguros e por cooperativas de crédito ou poupança, para operações que não sejam tributadas pelo IGV e sempre que emitidas pelo sistema de emissão SEE empresas supervisionadas.

Sistemas de emissão eletrônica - SEE no Peru

Os comprovantes de pagamento eletrônico são gerados por meio dos Sistemas de emissão eletrônica – SEE. Esses sistemas de emissão podem ser públicos, comerciais ou privados. Ou seja, os seguintes são conhecidos:

Sistema de emissão SOL: É o sistema gratuito fornecido pela SUNAT. Também é conhecido como SUNAT – Sistemas Operacões em Linha (SOL). Esse sistema possui várias limitações e é voltado principalmente para pequenos contribuintes e profissionais independentes que geram um baixo volume de CPE.

Sistema de emissão a partir dos sistemas do contribuinte: Este sistema de emissão é desenvolvido sob medida para o contribuinte para atendê-lo de acordo com suas necessidades. A emissão do CPE não requer acesso independente ao portal web da SUNAT, mas a geração, envio e validação do CPE é realizada entre os sistemas do contribuinte e o banco de dados SUNAT ou OSE.

Sistema de emissão eletrônica SUNAT: É um aplicativo gratuito que permite a emissão de comprovantes eletrônicos, principalmente a contribuintes de médio e pequeno porte que possuem sistemas informatizados e com alto volume de faturamento.

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Sistema de emissão operador de serviços eletrônicos: O processo de validação dos CPE gerados pelos sistemas de emissão de contribuintes exige a participação das entidades autorizadas pela SUNAT para verificar de forma informatizada cumprimento dos aspectos essenciais para esses CPEs serem considerados emitidos. É obrigação do emissor que utiliza seus próprios sistemas de emissão contratar os serviços de um Operador de Serviços Eletrônicos (SEE-OSE) que autoriza ou rejeita o CPE em substituição ao SUNAT.

Sistemas de emissão empresas supervisionadas: É o sistema de emissão eletrônica pelo qual são emitidos os recibos eletrônicos de serviços públicos, o comprovante de empresas supervisionadas SBS e as notas eletrônicas. No entanto, os emissores desses sistemas podem optar por emitir os referidos comprovantes através do Sistema de Emissão a partir dos sistemas do contribuinte.

Participantes em sistemas de emissão eletrônica

Emissor eletrônico

É o contribuinte que emite seus comprovantes eletronicamente, seja por estar vinculado por uma resolução ou por sua adesão voluntária ao sistema.

Fornecedor de Serviços Eletrônicos (PSE)

É a entidade que presta serviços ao emissor eletrônico, para a execução de uma ou de todas as atividades inerentes à emissão eletrônica de comprovantes de pagamento, em nome do emissor. Para ser um PSE, é necessária a acreditação correspondente da SUNAT.

Adquirente ou usuário

É o consumidor de bens e/ou serviços para quem um CPE é emitido e que, como tal, deve recebê-lo como consumidor. Quando ele for um emissor eletrônico, ele terá o status de adquirente eletrônico, mas se não for, será considerado um adquirente não eletrônico.

Operador de serviços eletrônicos (OSE)

É a entidade devidamente autorizada pela SUNAT e registrada no registro do OSE para verificar eletronicamente a conformidade dos aspectos essenciais do que é emitido no SEE-OSE.

Processos para emissão de faturas, comprovantes ou documentos eletrônicos

Validação

O atual sistema de automação eletrônica no Peru não exige que os CPEs sejam pré-validados pelo SUNAT ou pelos OSEs antes de serem enviados aos seus destinatários. Uma vez gerado o comprovante, ele pode ser enviado concomitantemente à SUNAT ou mesmo após ser enviado ao cliente ou destinatário dele. No entanto, a SUNAT desencoraja essa prática porque, se o documento enviado anteriormente ao cliente for rejeitado pelo OSE ou pela SUNAT, esse documento não será válido para fins fiscais e o contribuinte deverá emitir um novo documento para o cliente. Isso significa que, embora os emissores de CPE possam validar CPEs por meio de um processo assíncrono, a grande maioria dos emissores prefere executar o procedimento de pré-avaliação ou de forma síncrona. Após o recebimento do CPE pelo OSE ou pelo SUNAT, é emitido uma Constância de Recebimento (CDR), que indica ao emissor que o documento enviado para validação atende aos requisitos estabelecidos pelo SUNAT para a validação indicada.

Contingência

A legislação atual sobre automação eletrônica prevê a possibilidade de que o contribuinte tem a impossibilidade física de emitir um comprovante por causas não imputáveis a ele. Isso é o que é entendido como uma situação de contingência. Nesses casos, a administração exige que o contribuinte emita uma declaração sob juramento informativa na qual ele informe à SUNAT os comprovantes de pagamento, notas de crédito e notas de débito emitidas sem o uso do Sistema Eletrônico de Emissão (SEE) em uma data determinado. A referida declaração é enviada através do sistema de emissão eletrônica que o emissor está usando e deve gerar para cada comprovante emitido em contingência, o mesmo formato digital que ele utiliza na emissão de seus comprovantes eletrônicos.

Aviso de recepção

Em princípio, os destinatários das faturas eletrônicas devem gerar um aviso de recepção das faturas que recebem. No entanto, essa aprovação pode ser não declarada: A legislação atual estabeleceu que, caso não o faça e após o prazo de oito dias após o recebimento, a fatura será considerada formalmente aceita.

Evolução da lei de faturas eletrônicas no Peru

Decreto Lei 25632- Lei-Quadro de Recibos de Pagamento

Ele contém a primeira base legal para regular a emissão de comprovantes de pagamento e possui regulamentos para comprovantes em formato digital.

Resolução 188-2010 SUNAT

Estabelece a estrutura reguladora geral do Sistema de Emissão de Fatura Eletrônica (SEE).

Resolução 097-2012 SUNAT

Cria o Sistema de Emissão Eletrônica desenvolvido a partir dos sistemas do contribuinte e estabelece as condições para ingressar nesse sistema.

Resoluções SUNAT 374/2013 e 300/2014

Expandem a estrutura reguladora do Sistema de Emissão de Nota Fiscal Eletrônica (SEE) e estabelecem seu uso obrigatório para determinados contribuintes quando a SUNAT assim o determinar.

Decreto Legislativo 1314/2016

Autoriza a SUNAT a usar terceiros no processo de verificação e validação dos comprovantes emitidos pelo sistema de emissão eletrônica. Esses terceiros são comumente conhecidos como Operadores de serviços eletrônico (OSE).

Resolução 117-2017 SUNAT

Cria o sistema de emissão eletrônica OSE, modifica a estrutura reguladora de outros sistemas de emissão eletrônica e estabelece o uso obrigatório do padrão UBL 2.1 a partir de 2018.

Resolução 155-2017 SUNAT

Incorpora a partir de 2018- como emissores eletrônicos no Sistema de Emissão de Fatura Eletrônica, há vários grupos de contribuintes, selecionados com base em suas obrigações fiscais e nível de renda.

Outras resoluções e decretos

Os regulamentos acima mencionados foram modificados várias vezes por outros decretos e resoluções que adicionam novos contribuintes ou adiam datas obrigatórias. Veja-os aqui.

Clientes

Lei de automação eletrônica no BRASIL

O Brasil possui um sistema de automação eletrônica maduro, mas extremamente complexo

Em 2008, o Brasil adotou um modelo de compensação eletrônica de faturamento no qual a autoridade tributária do país deve receber e compensar uma fatura antes que um fornecedor possa emiti-la a um pagador. Mais de uma década depois, a digitalização da administração tributária brasileira evoluiu tanto que outras administrações tributárias chamam o Brasil de Google dos bens fiscais.

A regulamentação atual inclui faturas eletrônicas para: fornecimento de mercadorias (NF-e), serviços (NFS-e), serviços de transporte (CT-e), frete (MDF-e), SPED e EFD REINF.

Para reduzir o risco de auditorias e interrupções na cadeia de suprimentos, as empresas que fazem negócios no Brasil precisam adotar um sistema de faturamento eletrônico capaz de integrar e automatizar todos as exigências fiscais em seus sistemas ERP.

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Como a Sovos ajuda as empresas a manter a conformidade com o faturamento eletrônico no Brasil

A solução de conformidade fiscal de faturamento eletrônico da Sovos serve como um verdadeiro balcão único para gerenciar todas as atividades de compliance de faturamento eletrônico no Brasil e em todo o mundo. Combinar soluções locais diferentes em países ao redor do mundo é caro e arriscado. A solução Sovos SAP Framework é adaptada para gerenciar cenários específicos de faturamento eletrônico no Brasil, além de lidar com requisitos em outros países ao redor do mundo. Ela permite que as empresas faturem perfeitamente no SAP e monitora os processos de conformidade fiscal de AR e AP, de ponta a ponta, tudo dentro do sistema.

Mais de uma década de experiência no Brasil

A Sovos presta serviços no Brasil há mais de dez anos. Nossa plataforma abrange cobrança, contas a pagar, assinatura eletrônica, VAT Reporting e relatórios digitais de IVA, bem como automação de recibos eletrônicos e contas a pagar (AP).

Certificado para Namespace e SAP com um caminho para S/4HANA

A solução SAP integrada da Sovos permite que os usuários de AR e AP gerenciem operações diárias nos processos de racionalização da SAP, mantendo o sistema como única fonte de autoridade.

70+ OEMs

As soluções de conformidade fiscal para faturamento eletrônico da Sovos integram-se perfeitamente à Ariba, Coupa e muitas outras soluções de pagamento.

Lista de produtos

eReceipts

A Sovos fornece uma solução global para recibos eletrônicos de modelo de compensação, que exige que as empresas B2C enviem recibos ao governo no ponto de venda para fins de auditoria do VAT.

Automação Fiscal de AP

O Sovos AP Fiscal Automation automatiza todos os documentos de entrada, combinando os dados entre PO e XML, facilitando o processo de compras e permitindo que as empresas reduzam seus custos de compras, seus riscos e aumentem a eficiência ao receber mercadorias de fornecedores.

Lista de recursos

Configure facilmente os processos de faturamento eletrônico.

A Sovos fornece experiência da SAP em países do mundo todo, eliminando a necessidade de os clientes da SAP encontrarem e fornecerem especialistas.

Soluções de conformidade fiscal de faturamento eletrônico feitas sob medida para requisitos e cenários específicos do mercado.

A solução SAP integrada permite que os usuários de AR e AP gerenciem operações diárias nos processos de racionalização da SAP, mantendo o sistema como fonte única de autoridade. A Sovos fornece alcance global com conhecimento regulatório interno para faturamento transacional pré-compensação e pós-auditoria. Quando as autoridades fiscais introduzem novos mandatos ou modificam os já existentes, a Sovos monitora as atualizações para que os clientes da SAP permaneçam em conformidade, desfrutando de tranquilidade e evitando interrupções nos negócios.

Funcionalidade incorporada em mais de 60 redes globais líderes de EDI e P2P, incluindo SAP Ariba.

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Os clientes da SAP não apenas economizam dinheiro por não precisarem criar lógicas internas de mapeamento e extração de dados na SAP para seus processos de faturamento eletrônico, como também não precisam arcar com os custos significativos de monitoramento e manutenção desses sistemas.

Namespace SAP nativo e reservado.

Criada diretamente na SAP com seu próprio namespace, a solução de conformidade fiscal para faturamento eletrônico da Sovos oferece as ferramentas que os clientes da SAP precisam para gerenciar, controlar e monitorar os processos de conformidade de faturamento eletrônico em tempo real.

Automação Fiscal de AP.

O AP Fiscal Automation automatiza todos os documentos de entrada, combinando os dados entre PO e XML, facilitando o processo de compras e permitindo que as empresas reduzam seus custos de compras, riscos e aumentem a eficiência ao receber mercadorias de fornecedores.

Últimas alterações

Os recibos eletrônicos emitidos por caixas registradoras especiais estão sendo substituídos por novos tipos de faturas eletrônicas B2C.
A administração tributária está lançando um novo tipo de fatura eletrônica para fornecedores de eletricidade.
REINF EFD v1.4 está sendo atualizado para a v2.1, adicionando novos livros aos relatórios

Dados gerais sobre o mandato

  • Primeiro modelo de compensação de faturamento eletrônico da América do Sul.
  • Todas as faturas devem estar em esquemas XML pré-determinados pelas autoridades fiscais.
  • Além das faturas eletrônicas, os documentos auxiliares também podem ser emitidos pelos fornecedores.
  • Os documentos devem ser armazenados durante o período prescrito por lei.

Penalidades

  • A não emissão de uma fatura ou a emissão de uma fatura que não atenda aos critérios legais e técnicos resultará em uma multa de até 100% do valor da fatura ou do preço da transação.
  • O não cumprimento das obrigações de faturamento pode resultar em delito grave.
GUIA GRATUITO

Requisitos de faturamento eletrônico e relatórios no Brasil

Para saber mais detalhes sobre a evolução e os requisitos do mandato, faça o download do guia sobre faturamento eletrônico no Brasil.
Lei de automação eletrônica no Colômbia

A autoridade fiscal da Colômbia, a DIAN, introduziu alterações em seu modelo de automação eletrônica

Com as lições aprendidas após a primeira interação de automação eletrônica na Colômbia, o DIAN está implementando um modelo de liberação semelhante ao do Brasil, México e outros países da América Latina.

O DIAN exige que as organizações que atualmente realizam faturamento eletronicamente por meio da SAP efetivem o novo modelo até 2 de novembro de 2019. As empresas que implementam o automação eletrônica pela primeira vez devem seguir as orientações publicadas pelo DIAN na Resolução 000020, que exige a conformidade a partir de 1º de agosto de 2019 para muitas organizações.

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Últimas atualizações

Novo mandato empregará um modelo de liberação de automação eletrônica, exigindo pré-validação em tempo real. Nesse modelo, o fornecedor deve validar cada fatura com as autoridades fiscais antes de enviar mercadorias para um cliente.
Faturamento de entrada agora é uma exigência.
Um novo esquema XML requer mais de 200 validações, com novos catálogos implementados para padronizar os dados e 7 novas confirmações.

Fatos rápidos do mandato

  • Mandato reduz a evasão de IVA em 50%, equivalentes a 8 bilhões de pesos (USD – 2,8 bilhões)
  • Mandato produziu mais de 3 milhões de documentos eletrônicos no valor de mais de 40 bilhões de pesos (USD – 13 bilhões)

Datas da implantação do mandato

Com o último UBL 2.1 e o mandato de pré-validação publicados pelo DIAN, as datas para a implementação da liberação do automação eletrônica são as seguintes:

  • • As empresas que não implementaram o automação eletrônica precisam ser ativadas entre 1º de agosto de 2019 a 1º de agosto, de 2020, de acordo com a resolução 020.
  • As empresas que atualmente faturam eletronicamente precisam ser ativadas até 2 de novembro de 2019.

Penalidades

As empresas que não cumprirem o mandato de automação eletrônica estão sujeitas a multas de até 15.000 UVT, definidas com base nos seguintes critérios:

  • 5% do valor da fatura para a qual as informações necessárias não foram fornecidas
  • 4% do valor da fatura para informações enviadas no formato incorreto
  • 3% do valor da fatura para envios tardios
Guia gratuito

Requisitos de faturamento eletrônico e relatórios na Colômbia

Para saber mais detalhes sobre a evolução e os requisitos do mandato, faça o download do guia sobre faturamento eletrônico na Colômbia.

Como a Sovos ajuda as empresas a manter a conformidade com o automação eletrônica na Colômbia

A solução de conformidade fiscal de faturamento eletrônico da Sovos serve como um verdadeiro balcão único para gerenciar todas as obrigações de conformidade de faturamento eletrônico na Colômbia e em todo o mundo. Combinar soluções locais diferentes em países ao redor do mundo é caro e arriscado. O framework SAP da Sovos foi adaptado para gerenciar cenários específicos de faturamento eletrônico na Colômbia, além de lidar com requisitos em outros países ao redor do mundo. Ele permite que as empresas faturem perfeitamente no SAP e monitora os processos de conformidade de AR e AP, de ponta a ponta, tudo dentro da SAP.

Fornecedor certificado de tecnologia DIAN

A Sovos ganhou certificação do DIAN. As empresas que fazem negócios na Colômbia devem usar um provedor de tecnologia certificado para funções de faturamento eletrônico.

Certificado para Namespace e SAP com um caminho para S/4HANA

A solução SAP integrada da Sovos permite que os usuários de AR e AP gerenciem operações diárias nos processos de racionalização da SAP, mantendo a SAP como única fonte de autoridade.

Cases de sucesso do programa piloto na Colômbia

A Sovos implementou com sucesso o faturamento eletrônico na Colômbia com grandes multinacionais, incluindo Coca-Cola, Kellogg e SC Johnson.

Lista de recursos

Monitores localizados da SAP para facilitar a configuração dos processos de faturamento eletrônico

A Sovos fornece experiência da SAP em países do mundo todo, eliminando a necessidade de os clientes da SAP encontrarem e fornecerem especialistas.

Soluções de conformidade fiscal de faturamento eletrônico da Sovos localizadas para exigências e cenários específicos do mercado

A solução SAP integrada permite que os usuários de AR e AP gerenciem operações diárias nos processos de racionalização da SAP, mantendo o sistema como a única fonte de autoridade. A Sovos fornece alcance global com conhecimento regulatório interno para faturamento transacional pré-liberação e pós-auditoria. Quando as autoridades fiscais introduzem novos mandatos ou modificam os já existentes, a Sovos mantém o controle para que os clientes da SAP permaneçam em conformidade, desfrutando de tranquilidade e evitando interrupções nos negócios.

Funcionalidade incorporada em mais de 60 redes globais líderes de EDI e P2P, incluindo SAP Ariba

A conformidade do Sovos eInvoicing funciona diretamente nos sistemas EDI e P2P mais populares e complexos, eliminando a necessidade de financiar e manter caros projetos de integração.

Gerenciamento de alterações para monitorar e manter o sistema de faturamento eletrônico

Os clientes da SAP não apenas economizam dinheiro por não precisarem criar lógicas internas de mapeamento e extração de dados SAP na SAP para seus processos de faturamento eletrônico, como também não precisam arcar com os custos significativos de monitoramento e manutenção desses sistemas.

Namespace SAP nativo e reservado

Criada diretamente na SAP com seu próprio namespace, a solução de conformidade fiscal para faturamento eletrônico da Sovos oferece as ferramentas que os clientes da SAP precisam para gerenciar, controlar e monitorar os processos de conformidade de faturamento eletrônico em tempo real.

Suporte multilíngue

A Sovos oferece suporte abrangente ao cliente nos idiomas de países com mandatos de faturamento eletrônico em todo o mundo.

Clientes

Lei de automação eletrônica no MÉXICO

O México possui um dos conjuntos mais antigos e complexos de regulamentos de automação eletrônica do mundo.

Por mais de uma década, o México foi pioneiro em faturamento eletrônico. O mandato de faturamento eletrônico do modelo de compensação do país é extremamente abrangente e, portanto, repleto de riscos.

As empresas simplesmente não podem operar no México sem um sistema completo de faturamento eletrônico, capaz de integrar e automatizar todos os requisitos fiscais (faturas, pagamentos eletrônicos, COMEX, contabilidade eletrônica) em seus sistemas ERP.

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Últimas alterações

Complemento de leyendas fiscales suplementares para importação virtual de componentes de produtos (por exemplo, pneus em carros ou açúcar em refrigerante) agora são necessários para maquiladoras ou fábricas de propriedade norte-americana que operam na fronteira com o México.
• Processo de cancelamento de uma CFDI, ou fatura eletrônica, foi alterado em novembro de 2018 e exige que os fornecedores enviem uma solicitação em vez de notas de crédito para anular uma fatura/CFDI emitida anteriormente. Além disso, exige que o comprador aceite ou rejeite a solicitação dentro de 72 horas.
Complemento de pagamento usado com frequência, que afeta todas as transações em que um pagamento parcial ou completo é recebido após a emissão de um CFDI, entrou em vigor em setembro de 2018.

Dados gerais sobre o mandato

  • Mandato do modelo de compensação exige a aprovação do governo em cada transação em tempo real
  • Suplementos ou complementos com informações adicionais sobre uma transação acompanham as faturas eletrônicas, dependendo do tipo de transação
  • As faturas eletrônicas devem ter uma assinatura digital para autenticar a integridade da fatura

Penalidades

  • Multa de US$ 300 a US$ 4.602 por fatura eletrônica ausente ou incorreta
  • Multa de US$ 15 a US$ 4.092 por fatura que não corresponda aos registros contábeis (eContabilidad)
  • Multa de até US$ 200 para cada transação que deveria ter sido lançada nas apólices inadimplentes ou imprecisas
  • Aumento do risco de uma auditoria direta por parte da autoridade tributária mexicana (SAT) por erros de conformidade
  • Renda tributável ajustada com base na presunção de renda não declarada, resultando em juros, multas e multas por impostos em atraso devidos – geralmente de 80% a 100% da deficiência tributária imposta
  • Potencial para desligamentos operacionais

Como a Sovos ajuda as empresas a manter a conformidade com o faturamento eletrônico no México

A solução de conformidade fiscal de faturamento eletrônico da Sovos serve como um verdadeiro balcão único para gerenciar todas as atividades de compliance de faturamento eletrônico no México e em todo o mundo. Combinar soluções locais diferentes em países é caro e arriscado. O framework SAP da Sovos foi adaptado para gerenciar cenários específicos de faturamento eletrônico no México, além de lidar com requisitos em outros países ao redor do mundo. Ele permite que as empresas faturem perfeitamente no SAP e monitorem contas a receber e a pagar (AR/AP), e processos de conformidade fiscal na contabilidade eletrônica, de ponta a ponta, tudo dentro da SAP.

Preenchimento automático de tabelas SAP

A solução de faturamento eletrônico da Sovos para o México extrai e publica dados de acordo com os mandatos do governo e mantém todos os dados no SAP para que as empresas possam gerenciar informações em um único local e estar preparadas para auditorias.

Certificado para Namespace e SAP com um caminho para S/4HANA

A solução SAP integrada da Sovos permite que os usuários de AR e AP gerenciem operações diárias nos processos de racionalização da SAP, mantendo a SAP como única fonte de autoridade.

70+ OEMs

As soluções de conformidade fiscal para faturamento eletrônico da Sovos integram-se perfeitamente à Ariba, Coupa e muitas outras soluções de pagamento.
Guia gratuito

Requisitos de faturamento eletrônico e relatórios no México

Para saber mais detalhes sobre a evolução e os requisitos do mandato, faça o download do guia sobre faturamento eletrônico no México.

Lista de recursos

Configure facilmente os processos de faturamento eletrônico.

A Sovos fornece experiência da SAP em países do mundo todo, eliminando a necessidade de os clientes da SAP encontrarem e fornecerem especialistas.

Soluções de conformidade fiscal de faturamento eletrônico feitas sob medida para requisitos e cenários específicos do mercado.

A solução SAP integrada permite que os usuários de AR e AP gerenciem operações diárias nos processos de racionalização da SAP, mantendo a SAP como a única fonte de autoridade. A Sovos fornece alcance global com conhecimento regulatório interno para faturamento transacional pré-compensação e pós-auditoria. Quando as autoridades fiscais introduzem novos mandatos ou modificam os já existentes, a Sovos mantém o controle para que os clientes da SAP permaneçam em conformidade, desfrutando de tranquilidade e evitando interrupções nos negócios.

Funcionalidade incorporada em mais de 60 redes globais líderes de EDI e P2P, incluindo SAP Ariba.

A conformidade do Sovos eInvoicing funciona diretamente nos sistemas EDI e P2P mais populares e complexos, eliminando a necessidade de financiar e manter caros projetos de integração.

A função de gerenciamento de alterações monitora e mantém o sistema de faturamento eletrônico.

Os clientes da SAP não apenas economizam dinheiro por não precisarem criar lógicas internas de mapeamento e extração de dados na SAP para seus processos de faturamento eletrônico, como também não precisam arcar com os custos significativos de monitoramento e manutenção desses sistemas.

Namespace SAP nativo e reservado.

Criada diretamente na SAP com seu próprio namespace, a solução de conformidade fiscal para faturamento eletrônico da Sovos oferece as ferramentas que os clientes da SAP precisam para gerenciar, controlar e monitorar os processos de conformidade de faturamento eletrônico em tempo real.

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